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pensando na aletoriedade da minha vida, passando pelos pensamentos avulsos da minha cabeça, vendo vídeos aleatórios e ouvindo músicas aleatórias, surgiram lembranças não tão aleatórias assim.
já parou pra imaginar quantas pessoas com nomes iguais você conhece, e quão diferentes elas são umas das outras?
no meio de tanta aletoriedade ao ver um vídeo de lost and delirious, eu lembrei de quantas brunas eu conheço, de quantas passaram pela minha vida, todas tão diferentes, mas uma era mais que todas, ela era extremamente incomum e especial, talvez até um tanto cósmica e espacial, quisera eu ser de outro mundo, estar em outro mundo, talvez no mesmo mundo que ela pertence agora, poderia ser.
imagine a aletoriedade da sua vida, e a única coincidência dela, é que dentre todos os momentos aleatórios, existia um ponto em comum, e a bruna era meu ponto.
meu ponto, meu porto, meu ir e meu vir, meu rir, o meu chorar, sim, chorei, adimito, quem nunca chorou ?
talvez até continue chorando, mas são coisas controláveis, e aleatórias, vezes de saudades, vezes de alegria, vezes de tristeza, vezes de simplesmente vezes.
tantos anos se passaram e ainda me sinto como se essa garota incomum permanecesse em meus dias, em meus atos, em meu pensar, de fato, em meu pensar ela sempre vai permanecer.
definir primeiro amor, como fas?
o primeiro amor é uma coisa tão aleatória, do tipo, dizem ‘meu primeiro amor’ porque tiveram outros depois dele, e por mais que o primeiro amor tenha passado, e permaneça por assim dizer, no passado. a aleatoriedade da vida, sempre traz lembranças aleatórias sobre o mesmo.
primeiro amor, sempre tão eterno, e por mais que diga ‘até que a morte nos separe’, nem com a morte você consegue sentir-se de fato sepado desse amor.
são quase 3 anos sem a bruna, e todos os dias é como se ela ainda estivesse viva, por aí, viajando talvez, mas por aí, sempre com a esperança de voltar.
não é fácil perder alguém que se ama, principalmente quando não se compreende essa perda, não sente essa perda, dói mais, dói.
pensamentos avulsos e coisas aleatórias dão nisso, fato.
e quando dizem que o amor de verdade nunca acaba, é pra sempre, nessas horas eu acredito no ‘pra sempre’ de fato.

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